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Enfermeira verificando o batimento cardíaco de um bebê. Foto: Richard Hanson/Tearfund

Da: Saúde materna – Passo a Passo 91

Como ajudar famílias e comunidades a prestar apoio crucial às mulheres antes e durante o parto

Estes três estudos bíblicos podem ser usados em conjunto ou separados. A atividade introdutória pode ser usada antes de qualquer um dos debates ou de todos eles.

Atividade introdutória

Apresentem-se contando a “história de um nascimento”. Quase todas as famílias ou grupos de amigos têm uma história sobre um nascimento impressionante, engraçado ou difícil. Peça aos participantes para que contem estas histórias, se estiverem à vontade para fazer isso.

O nascimento de Jesus

Leia Mateus 1:18-25 e debata:

A tradição cristã colocou muita importância na situação de solteira da mãe de Jesus por causa da realização da profecia relacionada com a concepção de uma virgem. 

Leia João 1:14 e debata:

Lemos que “Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós”.

Leia Lucas 2:1-7 e debata:

Pensando em todas as passagens da escritura acima:

Nomes dados na tristeza

No Velho Testamento, vemos que, às vezes, os bebês recebiam nomes que mostravam a dificuldade da mãe no trabalho de parto. O pai de Benjamim, que significa “filho da minha mão direita”, foi quem lhe deu este nome. Raquel, sua mãe, havia-lhe dado o nome de Benoni, que significa “filho da minha aflição”, antes de morrer (Gênesis 35:16-18). Jabez foi assim chamado porque o nome soava como a palavra hebraica para dor – porém, ele transformou sua dor numa oração (1 Crônicas 4:9-10).

O parto não é ritualmente impuro

Em algumas partes do mundo, uma mulher em trabalho de parto é considerada impura, assim como o processo de dar à luz. Em Levítico 12, na época em que as leis foram dadas a Moisés, lemos que as mulheres que haviam acabado de dar à luz eram consideradas cerimonialmente impuras. Assim, elas não podiam entrar em locais de culto. Que diferença Jesus faz?

Ele nos mostra que a pureza no interior é a coisa mais importante (Mateus 23:25-28). Deus mostrou a Pedro que ele “não deveria chamar impuro ou imundo a homem nenhum” (Atos 10:28). 

Ainda pensamos que há algo impuro no corpo da mulher, na menstruação, no trabalho de parto e no parto? 

Se a resposta for sim, enquanto seguidores de Jesus, precisamos mudar a nossa maneira de pensar. Reflita sobre o fato de que ele próprio tocou e curou uma mulher que havia sangrado por 12 anos (Lucas 8:43-48).

A primeira parte deste estudo bíblico foi adaptada a partir de um material escrito pela Reverenda Meagan Manas para o National Council of Churches, EUA. Mais informações podem ser encontradas em www.fistulastories.org.

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