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Da: Nosso meio ambiente – Passo a Passo 20

Como se conscientizar mais sobre as questões ambientais e desenvolver maneiras sustentáveis ​​de viver

Em todo o mundo, grupos estão respondendo à problemas ambientais em uma variedade de maneiras. Aqui estão alguns exemplos…

Projeto Eco-florestal da Comunidade de ‘Bainings’

A extensa floresta de Papua Nova Guiné fornece muitos produtos para as necessidades diárias das pessoas. Ela também mantém um dos mais ricos e variados sistemas de fauna e flora selvagens. Nos últimos 30 anos, desenvolveu-se um importante comércio de madeiras. Quase toda a madeira coletada é exportada sem ser processada. Os vastos recursos das florestas estão sendo retirados em um nível alarmante, particularmente pelos negociantes de madeira do Japão e da Malásia. A Papua Nova Guiné é distinta no sentido de que a maior parte da terra é propriedade do povo, como clãs e tribos. Estes proprietários de terras recebem certa indenização pela madeira retirada mas os pagamentos são pequenos e o estrago feito é grande e permanente.

O povo ‘Bainings’ mora nas áreas montanhosas norte e central de Nova Bretanha. O Projeto Comunitário Ecoflorestal montou uma empresa comercial ecológica para encorajar a recolha sustentável de produtos da floresta. O projeto almeja…

Algumas das atividades que as pessoas locais estão realizando incluem…

Grupos de Ação Comunitária, Uganda Ocidental

O Uganda, como muitos países pouco desenvolvidos, enfrenta muitos problemas ambientais. A maioria da população está preocupada com estes problemas e fariam esforços para ajudar a resolvê-los, quando possível.

Realizei um estudo na parte oeste do país onde encontrei comunidades organizadas em grupos – na maioria dominados por mulheres e jovens que estão tomando medidas positivas para se prevenir a continuação dos estragos ao meio ambiente local. Eles estão envolvidos, por exemplo, em…

Desta maneira, estas comunidades fazem o melhor possível para manter os seus problemas ambientais em um nível mínimo possível. Eles são limitados, no entanto, pela situação econômica da nação, pela falta de organização e de técnicos e ambientalistas adequadamente treinados.

Beatrice Akoth

Os Samitis do Oeste de Bengala, Índia

Em todos os lugares as mulheres são especialistas locais no cultivo de produtos de subsistência e para venda, na identificação de problemas de erosão e na compreensão do uso de florestas e árvores. Elas sabem se a madeira de cada espécie é melhor para ferver água (um fogo forte e rápido), cozinhar feijão (um fogo fraco e lento), cozer tijolos (um fogo forte e duradouro), preparar tabaco ou fermentar cerveja. Elas conhecem as propriedades medicinais das árvores e se elas são resistentes a cupins (térmitas).

No Oeste de Bengala, colonizadores e empresas madeireiras devastaram áreas florestais causando a perda não somente das florestas mas da fertilidade do solo. As tribos indígenas ‘Santhal’ foram forçadas a migrar sazonalmente. Muitas pessoas perderam as suas terras – especialmente mulheres, que tinham menos direitos tradicionais à terra. As mulheres começaram a formar samitis ou grupos para protestar contra estas leis governamentais. Elas chegaram a ter o apoio de vários grupos e terras erodidas e abandonadas foram-lhes então doadas. Elas começaram a ocupar a terra replantando árvores usadas pelo bicho da seda. Elas desenvolveram outros interesses, incluindo a produção de xícaras e pratos feitos com folhas da árvore Shorea robusta, a confecção de cordas com plantas, o cultivo de forragem para vacas leiteiras e a abertura de estufas de enxertos de árvores para se estabelecer novas florestas.

Uma membra de um grupo samiti declarou…

‘Nós aprendemos que na verdade é a terra que possui as pessoas. Trabalhamos duro para dar à terra uma cobertura verde e em retorno ela nos vestiu com autoridade. Estamos avançando juntos. A jornada começou.’

Karlyn Eckman Extraído da revista Forests, Trees and People

Programa de Conscientização da Conservação da Amazônia

A continuação da destruição da selva amazônica é apenas um exemplo da destruição ambiental vista em todo o mundo. Os solos da floresta mantém a sua fertilidade por muitas centenas de anos. No entanto, quando a floresta é removida, os solos não mantém a sua fertilidade por mais do que dois anos. Se manejada de uma maneira sustentável, a Bacia Amazônica poderia fornecer mais proteínas animais do que em toda a terra que agora é usada para a produção de carne bovina.

O Programa de Conscientização da Conservação da Amazônia foi montado pela JOCUM (Jovens com uma Missão) no Brasil, para ajudar a conservar os recursos naturais da Amazônia. O programa educa pessoas de todas as idades a compreender e a conservar estes recursos. Espera-se que uma grande área de terra em Rondônia, Brasil, possa ser transformada em reserva natural. A área está próxima das terras de duas tribos indígenas e as terras na redondeza estão sendo ocupadas por colonizadores que se mudam de outras áreas para lá. A reserva seria portanto muito importante como um ‘espaço amortizador’, permanecendo entre a vida tribal tradicional na selva e os métodos agrícolas frequentemente destrutivos dos novos colonizadores. Isto protegerá o estilo de vida tribal das pessoas dos efeitos diretos do estilo de vida dos colonizadores. A JOCUM espera usar a área como uma ‘reserva extrativa’, onde produtos florestais como a madeira, frutas, carne, produtos medicinais e palha são recolhidos sem prejudicar a floresta.

Um centro de treinamento foi construído na área, oferecendo cursos para povos tribais, crianças, estudantes e turistas. As matérias ensinadas incluem agricultura, agro-silvicultura e pequenas indústrias – todas ajudando a aumentar a compreensão sobre o meio ambiente. Jovens serão treinados a dar conselhos e a patrulhar a área visando a conservação.

A JOCUM espera que os benefícios a longo prazo incluirão…

Les Batty

Programa de Desenvolvimento Rural ‘Eldoret’, Quênia

TODOS NÓS precisamos cuidar e proteger a área que nos circunda. De acordo com Deus, a terra foi criada de tal maneira que a humanidade pudesse obter alimentos sem destruir o meio ambiente. Precisamos refletir no que causou problemas ambientais em nossas áreas e, se necessário, desenvolver novos métodos agrícolas e estilos de vida que ajudarão a restaurar nosso ambiente.

Em nosso programa integrado de desenvolvimento rural, uma de nossas prioridades é a proteção do meio ambiente. Ensinamos agro – silvicultura em todas as reuniões, discussões, encontros e seminários. Durante demonstrações práticas sempre nos asseguramos que uma árvore é plantada para marcar a ocasião.

As pessoas precisam ser ensinadas sobre a importância de nosso meio ambiente. Envolva a comunidade desde o começo. Deixe-os participar na troca de preocupações, planejamento e implementação de programas de proteção ambiental. Evite introduzir idéias que arrisquem a fonte de alimentos e de dinheiro. Sempre tente introduzir proteção ambiental que trará eventualmente algum tipo de benefício para aqueles envolvidos – por exemplo: produtos da floresta ou alimentos.

Desde que começamos a introduzir a idéia de agro – silvicultura em 1987, vimos que o ambiente aqui tem melhorado pois as pessoas combinam a plantação de colheitas com a plantação de árvores. As pessoas dizem que a produção de suas colheitas aumentaram por várias razões – o fato de cobrirmos a plantação com folhas de árvores, o uso de quebra-ventos, o controle de erosão do solo, a reciclagem de nutrientes, etc.

Todos deveríamos proteger o nosso meio ambiente porque nenhum de nós poderia evitar os efeitos se o destruíssemos.

Ezekiel Sitienei

Escola de Agricultura ‘Umudike’, Nigéria Oriental

Esta escola montou um Grupo Ambiental de Trabalho formado por funcionários. O grupo propõe duas atividades principais…

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