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Da: Renovação urbana – Passo a Passo 67

Como os moradores de favelas estão transformando suas próprias comunidades

Leia Isaías 52:7

Esta passagem do profeta Isaías também é citada pelo apóstolo Paulo (Romanos 10:15).

Aqui, onde trabalho, na favela de Kong Toey, em Bangkok, a maioria das pessoas têm pés feios. Usar chinelos-de-dedo no concreto quente endurece e gasta até mesmo os pés mais macios do mundo. Pés assim geralmente são uma indicação de pobreza aqui. As pessoas podem colocar uma camisa limpa, mas os pés gastos dizem aos outros de onde eles vêm.

Foto: Isabel Carter /Tearfund

Foto: Isabel Carter /Tearfund

Que contraste com os pés dos trabalhadores bem pagos. Eles provavel mente usam meias todos os dias e transporte! Alguns até têm profissionais para massageá-los, arrumá-los e fazê-los cheirar bem!

Porém, não acho que Jesus tivesse pés belos e com cheiro bom. Nas suas viagens, ele caminhava naquelas estradas palestinas empoeiradas e sujas do primeiro século. Seus pés ásperos foram finalmente esfolados com um prego martelado neles. Seus pés levaram-no a lugares difíceis, onde ele mostrou uma nova maneira de viver. Só podemos compartilhar as boas novas do Evangelho vivendo-o e tornando-o real para os pobres.

A palavra grega para belo é horairos. Esta palavra está mais próxima da nossa palavra “oportuno”. Este versículo é mais sobre pés que trazem novas oportunas, que têm uma beleza eterna.

Num mundo com um bilhão de pessoas vivendo em favelas, como deveriam ser os nossos pés? Os pés que se tornam feios em prol dos pobres, ajudando a combater a pobreza e a miséria, têm uma beleza real, que vale uma eternidade. A maior parte do que é considerado belo hoje é uma perda de tempo feia na eternidade. Até 2025, haverá dois bilhões de pessoas vivendo em favelas urbanas. Assim, precisamos de muito mais pés feios do que de pés “belos”!

O autor, Ashley Barker, trabalha para a Urban Neighbours of Hope no Centro Comunitário de Kloeng Toey, em Bangkok. E-mail: ashbarker@unoh.org Website: www.unoh.org Ele recentemente publicou um livro sobre suas reflexões pessoais, chamado Make poverty personal.

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