R2 Qual é a nossa realidade?

Quando observamos o mundo à nossa volta, vemos muitas pessoas sofrendo. As pessoas podem sofrer de diferentes formas de injustiça em seu trabalho (ou mesmo através da falta de trabalho), das condições de sua moradia, da falta de acesso à educação ou cuidados com a saúde, ou por razões políticas. Os pobres tendem a sofrer muito mais as conseqüências da injustiça.

Por exemplo, em nosso mundo:

  • 800 milhões de pessoas (12% da população do mundo) não têm o suficiente para comer
  • 1,1 bilhão de pessoas (17% da população do mundo) não têm acesso à água potável
  • 2,6 bilhões de pessoas (39% da população do mundo) não têm saneamento básico
  • Mais de 10 milhões de crianças abaixo de cinco anos morrem a cada ano de doenças que poderiam ser evitadas.

Esses dados causam grande dor para todas aquelas pessoas envolvidas com esses problemas. Às vezes é difícil saber o que podemos fazer para modificar tantas situações penosas. Entretanto, Deus quer que sua Igreja busque ativamente trazer justiça àqueles que são pobres ou oprimidos.

Discussão
  • Pense a respeito da nossa própria comunidade. Qual é o grupo de pessoas que mais sofre? As suas dificuldades são conseqüências do mau uso do poder em nossa comunidade? Quais são as formas mais significativas de injustiça em nossa comunidade?
  • Leia Jeremias 2:7-9. O profeta Jeremias relembra o que havia dado errado desde o momento em que os Israelitas entraram na Terra Prometida. Quais eram os quatro grupos que ele culpava pelo que estava acontecendo de errado? Podemos identificar grupos semelhantes hoje em dia?
  • O que a igreja faz para confrontar a injustiça?
  • O que o governo faz para confrontar a injustiça?
  • O que nós fazemos para confrontar a injustiça na nossa comunidade?
  • O que eu faço para confrontar a injustiça?

Artigos 3, 22, 25 A Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas