Foto: Mike Webb/Tearfund

Da: El agua – Passo a Passo 51

Como melhorar o acesso a água potável suficiente

As crianças estão mostrando ser uma nova arma no movimento para proteger os bebês contra doenças e erradicar a poliomielite.

“Os novos bebês devem receber proteção de quatro tipos de vacina antes de seu primeiro aniversário. Eles também precisam tomar estas vacinas em épocas certas. Por exemplo, eles precisam tomar a vacina contra o sarampo aos nove meses de idade e três doses da vacina contra a poliomielite antes de completarem quatro meses.”

Isto foi dito por um especialista em medicina? Não – foi dito por uma menina de dez anos de idade, chamada Omba, da Escola Primária Mandeleo, em Kolwezi, na República Democrática do Congo. Omba e seus colegas são a nova arma para aumentar o índice de vacinação e procurar casos de paralisia, que possam indicar a poliomielite. As crianças de cinco escolas em Kolwezi estão aprendendo tudo sobre vacinações e o motivo pelo qual elas são tão importantes. Depois, elas vão às suas comunidades, verificar se os novos bebês estão recebendo a proteção que deveriam receber.

“Nós adotamos até cinco bebês – se bem que eu tenho seis”, diz Omba. “Nós ajudamos as mães a se lembrarem de quando as vacinas devem ser tomadas e dizemos a elas por que são importantes. Anotamos todas as informações em nossos cadernos de exercícios e visitamos os bebês com freqüência.”

A cobertura da vacinação nesta região aumentou de 50% para 70% entre 1999 e 2000 – principalmente devido a este programa de criança para criança. O índice de vacinação da BCG contra a tuberculose foi de 99%, em comparação com a média nacional de 30–50%.

“As crianças são um bom canal de comunicação”, diz a diretora da escola, Madame Eugenie. “Elas conseguem influenciar seus próprios pais e outras crianças, entusiasmando-os, às vezes, muito melhor do que os adultos. Elas são muito observadoras quanto aos detalhes.”

Esta também é uma forma de mudar o comportamento no futuro.

Adaptado a partir do Comunicado à Imprensa no. 201, da OMS.

Para maiores informações, por favor, entre em contato com Sr. Valery Abramov, WHO, Avenue Appia, CH-1211, Genève 27, Suíça. E-mail: abramovv@who.int 

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